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Casos mais graves de coronavírus podem ter relação com obesidade

Por Jacqueline Moura/Itatiaia, 27/03/2020 às 15:40
atualizado em: 27/03/2020 às 15:42

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Foto: Agência Brasil
Agência Brasil

No Brasil, mais da metade da população adulta, 55,7%, está com excesso de peso e 19,8% são obesas, de acordo com a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde. Alguns serviços de saúde já começam a perceber uma possível associação entre obesidade e quadros mais graves de infecção por coronavírus. 

No Reino Unido, um estudo feito pelo serviço de saúde aponta que sete em cada dez pacientes graves com coronavírus são obesos ou estão acima do peso. Desses pacientes, 16 morreram. O estudo, liderado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Auditoria em Terapia Intensiva do Reino Unido mostra que 71,7% dos que estão nas UTIs por Covid-19 têm excesso de peso. 

O médico Mauro Jacome explica que a explicação para essa relação entre obesidade e casos graves de covid- 19 é que a obesidade provoca alterações no sistema imunológico causando deficiências no sistema de defesa do organismo para combater doenças, entre elas, o coronavírus.

Por isso, o médico alerta para a importância de prevenção à obesidade, principalmente nesta época de isolamento social. “É importante nesta época de quarentena, mesmo sendo mais difícil, manter hábitos alimentares saudáveis e práticas de atividades físicas para evitar o aumento de gordura corporal das pessoas. Evitar o aumento de peso por causa do confinamento”, detalha Jacome. 

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