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Libertadores Nutella

A Conmebol precisa entender que não adianta querer empurrar o estilo Champions League goela abaixo. Não pode isso, não pode aquilo, é proibido, é vetado e por aí vai. Daqui a pouco vão proibir até jogar futebol

28/03/2019 às 06:58

Libertadores é a competição preferida dos sul-americanos e, em especial, do brasileiro. Não só por ser a maior, mas acredito que tudo isso passa muito pelo clima, disputa de jogo, enfim, a “pegada” da competição.

Aos poucos estamos perdendo este entusiasmo. Por qual motivo? Acho que é um combinado de coisas e muitas delas passam pela insistência da Conmebol em querer “nutelar” o campeonato. Não sei por qual motivo, a diretoria da entidade máxima do futebol sul-americano resolveu acreditar que a Libertadores deveria virar uma Champions League. 

Decidiram que a competição terá final única em Santiago, no Chile. Depois resolveram divulgar condutas das torcidas que não serão aceitas por parte da instituição, como por exemplo, bandeirão, bandeiras de bambu, fogos de artifício, fumaça, sinalizador, mosaico 3D, músicas ofensivas e ‘rua de fogo’. Qual o sentido de tudo isso? Realmente não sei. O que a gente sabe é que tudo isso está desanimando, e muito, os torcedores. A Conmebol precisa entender que não adianta querer empurrar o estilo Champions League goela abaixo. Não pode isso, não pode aquilo, é proibido, é vetado e por aí vai. Daqui a pouco vão proibir até jogar futebol. 

Ainda sobre Libertadores, o Cruzeiro estreou em casa na última quarta-feira (27). Com um público de 39.595 presentes no Mineirão, o torcedor cruzeirense viu o time celeste atuar de forma bem abaixo do esperado.  É claro que nunca podemos desprezar o adversário, mas convenhamos: o Cruzeiro tem um time muito melhor tecnicamente que o Deportivo Lara. Ainda que a atuação não tenha agradado a muitos torcedores, o importante é o resultado final, que foi a vitória por 2 a 0 e a liderança disparada do Grupo B, com seis pontos, quatro a mais do que o Emelec, vice-líder. Em dois jogos, são duas vitórias, três gols marcados e nenhum sofrido.

No Atlético a situação é mais complicada. Dois jogos, duas derrotas, dois gols sofridos. O Galo é o último colocado no Grupo E, sem nenhum ponto somado. Na próxima semana, o time alvinegro enfrenta o Zamora, da Venezuela, no Mineirão. Fato que preocupa, e muito, a diretoria alvinegra. A logística não será fácil em decorrência da crise que o país vive. 

Só esperamos que nada disso afete, ainda mais, o clima da Libertadores!

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